Bandeira Branca! Vamos desfazer o ranço, da minha parte a decisão está tomada, sem drama nem remorso, apenas porque não faz mais sentido, porque ninguém tem razão, ninguém venceu, a gente só perdeu!
Perdemos a “Mãe Velha” que, à sua maneira, pregava solidariedade, paz, amor e união dentre outros tantos valores. Assim como ela não podemos fazer muito pelo “mundo todo”, mas por uma parte dele, por quem esta perto de nós. Esta deve ser a razão, o sentido de existir as famílias, e esta é a minha maneira de fazer alguma coisa: Um grande pedido de perdão!
“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é” (Caetano Veloso)... Ponto! Incomode-se e retire-se, não tente obrigar ninguém a seguir sua cartilha, convença se for capaz, é um direito que lhe assiste. “O mundo todo” deveria fazer assim, simples assim, muita porcaria já teria se evitado, mas “o mundo todo” tenta impor regras, leis, religiões e cartilhas tão diferentes que se o certo e o errado fossem humanos viveriam fazendo análise. Exemplos de contradições ao redor “do mundo todo”: O Socialismo e o Capitalismo; A Monarquia e a Democracia; “As Igrejas” e a Ciência; Os Estados Unidos e o Iraque; Beethoven e Amado Batista; Eu e Você... Cada um convenceu o seu bocado e cada bocado seguiu seu caminho pensando que estava muito bem assim, como faz o rio; como fazemos nós e é cada um no seu quadrado colhendo seus frutos e espantando seus fantasmas; sorrindo as alegrias e chorando as mágoas; no fundo apenas sobrevivendo, ficando mais um pouco pra assistir às chegadas e partidas das outras pessoas até que chegue a nossa vez; e vai chegar, acredite! Brigamos e nos agredimos e nos afastamos como “o mundo todo” faz e não se percebeu ainda que ninguém venceu, só perdeu; que por mais que a gente elabore teorias e equações pra justificar nossas atitudes, a gente briga só pra mostrar quem é mais forte, senão qual seria o sentido correto a ser seguido se em cada canto a razão é uma? Defendem-se bandeiras opostas em nome de qual cartilha correta? Qual é a correta? Se as nossas convicções e opiniões mudam assim que alguém nos convença, o sentido muda, perceba o exemplo do vento que não tem sentido; o motivo muda, desaparece com o tempo, e a gente vai junto, difícil é perceber.
Aqui e agora, mais próximos, ainda que distantes, vamos juntos, de mãos dadas. Quem sabe com o exemplo de uma pequena parcela “o mundo todo” se interesse em fazer igual?
Perdemos a “Mãe Velha” que, à sua maneira, pregava solidariedade, paz, amor e união dentre outros tantos valores. Assim como ela não podemos fazer muito pelo “mundo todo”, mas por uma parte dele, por quem esta perto de nós. Esta deve ser a razão, o sentido de existir as famílias, e esta é a minha maneira de fazer alguma coisa: Um grande pedido de perdão!
“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é” (Caetano Veloso)... Ponto! Incomode-se e retire-se, não tente obrigar ninguém a seguir sua cartilha, convença se for capaz, é um direito que lhe assiste. “O mundo todo” deveria fazer assim, simples assim, muita porcaria já teria se evitado, mas “o mundo todo” tenta impor regras, leis, religiões e cartilhas tão diferentes que se o certo e o errado fossem humanos viveriam fazendo análise. Exemplos de contradições ao redor “do mundo todo”: O Socialismo e o Capitalismo; A Monarquia e a Democracia; “As Igrejas” e a Ciência; Os Estados Unidos e o Iraque; Beethoven e Amado Batista; Eu e Você... Cada um convenceu o seu bocado e cada bocado seguiu seu caminho pensando que estava muito bem assim, como faz o rio; como fazemos nós e é cada um no seu quadrado colhendo seus frutos e espantando seus fantasmas; sorrindo as alegrias e chorando as mágoas; no fundo apenas sobrevivendo, ficando mais um pouco pra assistir às chegadas e partidas das outras pessoas até que chegue a nossa vez; e vai chegar, acredite! Brigamos e nos agredimos e nos afastamos como “o mundo todo” faz e não se percebeu ainda que ninguém venceu, só perdeu; que por mais que a gente elabore teorias e equações pra justificar nossas atitudes, a gente briga só pra mostrar quem é mais forte, senão qual seria o sentido correto a ser seguido se em cada canto a razão é uma? Defendem-se bandeiras opostas em nome de qual cartilha correta? Qual é a correta? Se as nossas convicções e opiniões mudam assim que alguém nos convença, o sentido muda, perceba o exemplo do vento que não tem sentido; o motivo muda, desaparece com o tempo, e a gente vai junto, difícil é perceber.
Aqui e agora, mais próximos, ainda que distantes, vamos juntos, de mãos dadas. Quem sabe com o exemplo de uma pequena parcela “o mundo todo” se interesse em fazer igual?
Dezembro 2008

Perfeito Kako vou acompanhar, por ter certeza!
ResponderExcluirAdorei o texto..fato é que quando prolongada demais.. a esperança rança!!
ResponderExcluir