Eu vi a mulher tão menina fazendo faxina no coração;
A pintura manchada, chorada;
A certeza forjada, rompida!
Eu vi a menina perdida;
Tirando de dentro na força;
Botando pra fora na marra!
Tudo ao seu redor estremeceu;
Seu chão tremeu, se abriu...
O seu coração, que é o meu, bateu que bateu que doeu, doeu!
Deu vontade de chorar junto, viu?
Deu vontade de chorar!
Deu vontade de velar o seu sono,
adentrar o seu sonho e tentá-la a sorrir.
Eu podia acender uma luz, clarear o seu breu,
espantar seu fantasma e gritar que era eu.
Quem sou eu?
Menininha, minha, tão pequenininha...
Chora não, viu?
A pintura manchada, chorada;
A certeza forjada, rompida!
Eu vi a menina perdida;
Tirando de dentro na força;
Botando pra fora na marra!
Tudo ao seu redor estremeceu;
Seu chão tremeu, se abriu...
O seu coração, que é o meu, bateu que bateu que doeu, doeu!
Deu vontade de chorar junto, viu?
Deu vontade de chorar!
Deu vontade de velar o seu sono,
adentrar o seu sonho e tentá-la a sorrir.
Eu podia acender uma luz, clarear o seu breu,
espantar seu fantasma e gritar que era eu.
Quem sou eu?
Menininha, minha, tão pequenininha...
Chora não, viu?
Chora não!
Abril 2006

Ei Amigo mais lindo....
ResponderExcluirEu conhece esse texto, vc fez pra quem????
Bjão e leio tudo que vc coloca aqui...
Bjão
Michelle Rover