E, de repente,
uma porrada forte para,
para, para, para tudo;
um balanço na estrutura
da vida que se levou.
As interrupções nas relações
cessaram todos os sorrisos
que se pôde ver nas fotos
tanto tempo depois...
...Depois de ver as lágrimas
no peito do homem da morte,
eu vi, também, que pedras
bem pesadas se deixam rolar.
E é pior que
tanto mais perdeu quem fica
que quem se deixou levar.
Ah! minha mãe,
velha mãe de todos,
mãe de bem com quem chorar,
mãe que chora o tempo todo
enquanto o tempo não passar.
Letra e Música: Kako Tovar - Março 1998
Gravação: 2002
Arranjos e Produção: Kako Tovar
Voz principal: Gabriel Vermont
Backings: Sara dos Santos e Idalina Dornelas
Violão e Teclados: Kako Tovar
Baixo: Chris Munhão
Percussão: Evandro Oliveira

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